O escrutínio é um dever democrático que defende os honestos, a devassa serve o entretenimento, afasta os melhores e esconde os corruptos numa névoa geral de suspeição. É legitimo debater o indispensável caminho que temos feito para a transparência – que ainda está abaixo dos padrões exigidos – de modo a impedir que se transforme em voyeurismo. Mas esse debate não pode servir para o PSD reagir a quem obriga o primeiro-ministro a cumprir a lei num caso que o desgasta